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Vem, amigo vem, dá-me a mão
Vamos lembrar os dias antigos
Quando cantavas a cada põr do sol
Na nudez do dia e dos meus braços
Dançando a musica da inocência
Na noite calada, a cada passo,
a cada abraço
Vem lembrar quando corriamos
Montes e vales da tua terra Mãe
Quando seguia as tuas expectativas
Ao som dos “babadok” sendo a chuva
O manto das memórias heróicas
Vem, amigo vem, dá-me a mão
Aceita a recordação traduzida em sabedoria
Deixa as memórias do tempo ser caminho
Sem fantasmas ou temores
Porque nele vais encontrar a herança
Dos teus avós, teus pais, e irmãos
Vem, amigo vem, dá-me a mão
Deixa-me seguir-te nos caminhos do inesperado
Sentir teu sangue guerreiro
Lembrar pela ultima vez a ternura do teu olhar
Quando deixar a terra que aprendi a amar…
Timor Lorosae
Idalina DaSilva
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