Mesmo que fosse a preço de saldo
Ou oferecida a quem a tome
Faziam da mentalidade um caldo
Para tirar a barriga de fome
Não me vou alongar mais
Já que estamos em Semana Santa
Só quero do fruto beber sais
E deixar de pintar a manta
Wednesday, December 30, 2009
Sem titulo
"Vesti-me de Branco" de Arroba
No auge do massacre
De branco me vesti
Sempre com o pensamento
Em Timor , em ti Díli.
Vesti-me de branco
Acendi mil velas
Sempre a pensar em ti
Por Timor, assim senti
Voltou a doer-me a alma
Quando à distancia
Te imaginei ilha em dor
Terra em disputa
Por mais de um senhor
Trago-te no coração
Filho fiel
Ilha, povo
País irmão
Timor em dor
Timor revolução
Timor
Tens o mar
As ondas
A maresia
E tens como filhos
Nascidos na poesia
Dessa ilha
De olhos postos
No oceano
Timor sonho
Inventado um dia.
Arroba
Venho retribuir a visita e agradecer de forma singela, desejando um 2010 com PAZ , AMOr e HARMONIA
De branco me vesti
Sempre com o pensamento
Em Timor , em ti Díli.
Vesti-me de branco
Acendi mil velas
Sempre a pensar em ti
Por Timor, assim senti
Voltou a doer-me a alma
Quando à distancia
Te imaginei ilha em dor
Terra em disputa
Por mais de um senhor
Trago-te no coração
Filho fiel
Ilha, povo
País irmão
Timor em dor
Timor revolução
Timor
Tens o mar
As ondas
A maresia
E tens como filhos
Nascidos na poesia
Dessa ilha
De olhos postos
No oceano
Timor sonho
Inventado um dia.
Arroba
Venho retribuir a visita e agradecer de forma singela, desejando um 2010 com PAZ , AMOr e HARMONIA
"Caro Maracuja " Por KADUAK
D. Basílio quer nova mentalidade
A que eu chamo educação
Isto é que é uma banalidade
Sem amor nem tradição
Já se vê Jesus em banana
Agora urge vender a fruta
Eu vejo-o toda a semana
Aqui ao lado numa gruta
Shakespeare era católico
Assim como foi Camões
O Mau Rambo é acolito
D. Basílio avia sermões
Se vendessem mentalidade
O Povo não a podia comprar
Continuando com necessidade
Da velha mentalidade usar
A que eu chamo educação
Isto é que é uma banalidade
Sem amor nem tradição
Já se vê Jesus em banana
Agora urge vender a fruta
Eu vejo-o toda a semana
Aqui ao lado numa gruta
Shakespeare era católico
Assim como foi Camões
O Mau Rambo é acolito
D. Basílio avia sermões
Se vendessem mentalidade
O Povo não a podia comprar
Continuando com necessidade
Da velha mentalidade usar
"HERÓI MEU" de: Loriku Timor
O nascimento no paraíso da terra oprimida
A passagem na pátria amada
A juventude feliz e gozada
Com amor dos amados
Abrem-se as asas da liberdade
Nasceu o sonho pela liberdade
Liberdade traída e rasgada
Com Irmãos em guerra revolucionária
Divididos pelos princípios,
Princípios temporais
No tempo dos homens Os homens temporais
No espaço e tempo do universo
Herói meu,
Armas em mãos
Na luta sem medo
Contra invasores estrangeiros
Deita-se o vosso corpo
Pelo colo da terra mãe
Pelo sonho da liberdade
Liberdade pelo rumo divergente
Divergência dos irmãos divididos
Traídos e abandonados
Sois da terra mãe, eis o vosso amor,
o vosso sonho, a vossa razão
A última suspira na vossa boca seca e bem amarga,
As lágrimas que choram
Na matança sem fim
O sangue derramado pelo amor sem condição
Terra mãe
Paraíso misterioso
Mistérios dos corpos perdidos e almas dos desaparecidos
Sem campas e esquecidos
Verdadeiros heróis e traídos,
Dos corações rasgados
Rasgados pelas verdades enterradas
Verdades dos irmãos guerreiros
Em guerra dos abandonados
Herói meu
Haveis-de lembrar
De novo sereis ressuscitado
Ressuscitado na memória dos seus filhos
Os filhos dos esquecidos,
dos bravos guerreiros sem medo Herói meu
Mereceis a honra
Prometerei e direi
Não morrestes em vão
Por sois meu herói
Eis meu amor
Eis minha lembrança
A lembrança eterna e as saudades que doem
As dores dos que amam
Pela bravura na luta sagrada
Tombado pela pátria
A pátria libertada
Herói meu
O falecimento na terra oprimida,
mas sois a gloria eterna no paraíso libertado!
A passagem na pátria amada
A juventude feliz e gozada
Com amor dos amados
Abrem-se as asas da liberdade
Nasceu o sonho pela liberdade
Liberdade traída e rasgada
Com Irmãos em guerra revolucionária
Divididos pelos princípios,
Princípios temporais
No tempo dos homens Os homens temporais
No espaço e tempo do universo
Herói meu,
Armas em mãos
Na luta sem medo
Contra invasores estrangeiros
Deita-se o vosso corpo
Pelo colo da terra mãe
Pelo sonho da liberdade
Liberdade pelo rumo divergente
Divergência dos irmãos divididos
Traídos e abandonados
Sois da terra mãe, eis o vosso amor,
o vosso sonho, a vossa razão
A última suspira na vossa boca seca e bem amarga,
As lágrimas que choram
Na matança sem fim
O sangue derramado pelo amor sem condição
Terra mãe
Paraíso misterioso
Mistérios dos corpos perdidos e almas dos desaparecidos
Sem campas e esquecidos
Verdadeiros heróis e traídos,
Dos corações rasgados
Rasgados pelas verdades enterradas
Verdades dos irmãos guerreiros
Em guerra dos abandonados
Herói meu
Haveis-de lembrar
De novo sereis ressuscitado
Ressuscitado na memória dos seus filhos
Os filhos dos esquecidos,
dos bravos guerreiros sem medo Herói meu
Mereceis a honra
Prometerei e direi
Não morrestes em vão
Por sois meu herói
Eis meu amor
Eis minha lembrança
A lembrança eterna e as saudades que doem
As dores dos que amam
Pela bravura na luta sagrada
Tombado pela pátria
A pátria libertada
Herói meu
O falecimento na terra oprimida,
mas sois a gloria eterna no paraíso libertado!
Saturday, December 26, 2009
Presidente Bombeiro!" Carlos Babtista
Presidente Bombeiro!
Temos presidente que e bombeiro
E tambem ja foi nobel da paz
Mas nao e nada justiceiro
E ainda acaba em Barrabas
Concorda em libertar carniceiro
Assassinos nao quer julgar
Temos presidente bombeiro
Que nem fogo sabe apagar
Presidente bombeiro, mas nao sapador
Presidente bombeiro, que nao e justiceiro
Assim nao havera paz no meu Timor
Onde quando o sol nasce, ve primeiro
Carlos Batista
3/09/09
Temos presidente que e bombeiro
E tambem ja foi nobel da paz
Mas nao e nada justiceiro
E ainda acaba em Barrabas
Concorda em libertar carniceiro
Assassinos nao quer julgar
Temos presidente bombeiro
Que nem fogo sabe apagar
Presidente bombeiro, mas nao sapador
Presidente bombeiro, que nao e justiceiro
Assim nao havera paz no meu Timor
Onde quando o sol nasce, ve primeiro
Carlos Batista
3/09/09
Friday, November 27, 2009
" Ontem a noite sonhei!" de Carlos Batista
Ontem a noite sonhei!
Ontem a noite sonhei, Joao
Sonhei que se fazia justica
As vitimas da invasao
Acordei estava na missa
Vi dois cardeais
Com capacetes magistrais
Pediam esmolas com bornais
Gozavam ate nao poder mais
Vi criancas a chorar
Palhacos a actuar
Muita gente no bazar
Sem dinheiro para algo comprar
Ia a caminho da Nova Dili
Passand por Bessilau
Para comprar cumbili
Com o meu amigo "Bacalhau"
Carlos Batista
10/09/09
Ontem a noite sonhei, Joao
Sonhei que se fazia justica
As vitimas da invasao
Acordei estava na missa
Vi dois cardeais
Com capacetes magistrais
Pediam esmolas com bornais
Gozavam ate nao poder mais
Vi criancas a chorar
Palhacos a actuar
Muita gente no bazar
Sem dinheiro para algo comprar
Ia a caminho da Nova Dili
Passand por Bessilau
Para comprar cumbili
Com o meu amigo "Bacalhau"
Carlos Batista
10/09/09
" Ao Santo Francisco Nascimento!" de Carlos Batista
Ao Santo Francisco Nascimento!
Estavamos cabisbaixos e com saudade
Eis que aparece o Santo Francisco
Mostra-nos fotos da nossa mocidade
Tira-nos a fome com tao belo petisco
Muita lagrima escorreu silenciosa
Muito palpitar de velhos coracoes
O nosso Timor, terra amorosa
Foi um comover de emocoes
Vimos terra, montanhas e mar
Vimos gente, por-de-sol e agua
Tambem vimos gente a cacar
E tambem sentimos muito magoa
Vimos muitos verdadeiros portugueses
Dos que fizeram Portugal orgulhoso
Tambem vimos muitos burgueses
Muitos labariks e um guloso
Vi o meu bairro dos grilos
Onde a meninice me enriqueceu
So nao vi foi renda de bilros
Ou sera que cego estava eu?
Vi areca, vi malus e ate o navio Timor
Vi barcaca, vi velas e ate o farol
Mas nao vi o meu amor
Tinha dor de cabeca e tomado um "Panadol"
Vi Balide, Taibesse e ate Baucau
Vi mulher bonita, mulher feia
Vi luta do galo e Tatamailau
Vi muita agua e tambem areia
Consegui ver o que ninguem viu
Consegui sentir o que ninguem sentiu
Uma dor enorme, que me feriu
A minha mocidade diak liu!
Carlos Batista Carlos Batista
13/09/09
Estavamos cabisbaixos e com saudade
Eis que aparece o Santo Francisco
Mostra-nos fotos da nossa mocidade
Tira-nos a fome com tao belo petisco
Muita lagrima escorreu silenciosa
Muito palpitar de velhos coracoes
O nosso Timor, terra amorosa
Foi um comover de emocoes
Vimos terra, montanhas e mar
Vimos gente, por-de-sol e agua
Tambem vimos gente a cacar
E tambem sentimos muito magoa
Vimos muitos verdadeiros portugueses
Dos que fizeram Portugal orgulhoso
Tambem vimos muitos burgueses
Muitos labariks e um guloso
Vi o meu bairro dos grilos
Onde a meninice me enriqueceu
So nao vi foi renda de bilros
Ou sera que cego estava eu?
Vi areca, vi malus e ate o navio Timor
Vi barcaca, vi velas e ate o farol
Mas nao vi o meu amor
Tinha dor de cabeca e tomado um "Panadol"
Vi Balide, Taibesse e ate Baucau
Vi mulher bonita, mulher feia
Vi luta do galo e Tatamailau
Vi muita agua e tambem areia
Consegui ver o que ninguem viu
Consegui sentir o que ninguem sentiu
Uma dor enorme, que me feriu
A minha mocidade diak liu!
Carlos Batista Carlos Batista
13/09/09
" A Ilha Paraiso!" de Carlos Batista
Eramos jovens, sedentos "do todo da vida"
Viviamos na Ilha Paraiso que era Timor
Para nos a camaradagem era coisa sentida
Assim como belo, era o nosso Amor
Ilha cheia de magia e de sobrenatural
Ilha muito unica e muito linda
Que nem mesmo um vendaval
Nos atirava para a berlinda
Somos corpo e sangue de Portugal
Tecido de boa fibra e duravel
Que nem mesmo um vendaval
Apaga este espirito incansavel
Somos Reis, Parreiras, Pedruco, Braga
Somos Baptistas, Correias, Pires e Simoes
Tambem somos Pintos, Silvas e Fraga
E porque nao Machado, Nascimento e Magalhoes
E os anos foram-se passando lentamente
Passamos a ternura dos quarenta
Novos rebentos ja ecoam firmemente
Caminhamos agora pros sessenta
Mas a Ilha Paraiso Timor
E o nosso maior Amor
Que nos causa por vezes muita dor
Mas que nao nos faz mudar de "cor"
Carlos Batista
26/09/09
Viviamos na Ilha Paraiso que era Timor
Para nos a camaradagem era coisa sentida
Assim como belo, era o nosso Amor
Ilha cheia de magia e de sobrenatural
Ilha muito unica e muito linda
Que nem mesmo um vendaval
Nos atirava para a berlinda
Somos corpo e sangue de Portugal
Tecido de boa fibra e duravel
Que nem mesmo um vendaval
Apaga este espirito incansavel
Somos Reis, Parreiras, Pedruco, Braga
Somos Baptistas, Correias, Pires e Simoes
Tambem somos Pintos, Silvas e Fraga
E porque nao Machado, Nascimento e Magalhoes
E os anos foram-se passando lentamente
Passamos a ternura dos quarenta
Novos rebentos ja ecoam firmemente
Caminhamos agora pros sessenta
Mas a Ilha Paraiso Timor
E o nosso maior Amor
Que nos causa por vezes muita dor
Mas que nao nos faz mudar de "cor"
Carlos Batista
26/09/09
" Reviver Timor!" por Carlos Batista
E a noite fez-se dia
Num recanto da velha Lisboa
Com o suruboik como melodia
Festa de arromba, gente de Timor, coisa boa!
Os abracos e os beijos incessantes
Saudades levadas da breca
E o Jaime e a Eugenia
e o Victor Murteira e a Meca
Olha o Nascimento, a Celice, a Fernanda
A Maria Luisa, a Dulce e o Alfredo
A Lita Lay, a Luisa Cruz e o Daniel, que banda
Ecoam, vivas olas, meu Deus e Credo!
Serve-se um bom tintol e um aperitivo
Tudo numa grande surdina
Vem o ampta kali como digestivo
Espreitam olhares de esquina
Lembras-te quando fomos ao Kupao?
Eramos todos jovens saltitantes
Representamos a nossa seleccao
Ja nada e como dantes!
Mas o que bom acaba depressa
Chegamos finalmente a despedida
Depois do jantar servido em travessa
Dissemos adeus a toda a comitiva
Mas fizemos uma promessa
Juramento "soko laran"
Que festa nao seria so essa
Timor pro ano, 'haas laran"
Carlos Batista
2/10/09
Num recanto da velha Lisboa
Com o suruboik como melodia
Festa de arromba, gente de Timor, coisa boa!
Os abracos e os beijos incessantes
Saudades levadas da breca
E o Jaime e a Eugenia
e o Victor Murteira e a Meca
Olha o Nascimento, a Celice, a Fernanda
A Maria Luisa, a Dulce e o Alfredo
A Lita Lay, a Luisa Cruz e o Daniel, que banda
Ecoam, vivas olas, meu Deus e Credo!
Serve-se um bom tintol e um aperitivo
Tudo numa grande surdina
Vem o ampta kali como digestivo
Espreitam olhares de esquina
Lembras-te quando fomos ao Kupao?
Eramos todos jovens saltitantes
Representamos a nossa seleccao
Ja nada e como dantes!
Mas o que bom acaba depressa
Chegamos finalmente a despedida
Depois do jantar servido em travessa
Dissemos adeus a toda a comitiva
Mas fizemos uma promessa
Juramento "soko laran"
Que festa nao seria so essa
Timor pro ano, 'haas laran"
Carlos Batista
2/10/09
Wednesday, October 07, 2009
"Presidente Bombeiro!" de Carlos Batista
Presidente Bombeiro!
Temos presidente que é bombeiro
E também nobel da paz
Mas não é nada justiceiro
E ainda acaba em Barrabas
Concorda em libertar carniceiro
Assassinos não quer julgar
Temos presidente bombeiro
Que nem fogo sabe apagar
Presidente bombeiro, mas não sapador
Presidente bombeiro, que não é justiceiro
Assim não haverá paz no meu Timor
Onde quando o sol nasce, vê primeiro
Carlos Batista
3/09/09
Temos presidente que é bombeiro
E também nobel da paz
Mas não é nada justiceiro
E ainda acaba em Barrabas
Concorda em libertar carniceiro
Assassinos não quer julgar
Temos presidente bombeiro
Que nem fogo sabe apagar
Presidente bombeiro, mas não sapador
Presidente bombeiro, que não é justiceiro
Assim não haverá paz no meu Timor
Onde quando o sol nasce, vê primeiro
Carlos Batista
3/09/09
Thursday, August 20, 2009
A crianca do pim, pam, pum - Carlos Baptista
A crianca do pim, pam, pum
Ha uma crianca que mora
No corpo de cada um
A crianca do outrora
Aquela do pim, pam, pum
A crianca que fomos outrora
E a que nos faz agora lembrar
Que o mundo so melhora
Quando todos nos a acordar
Sentir-se hoje ainda crianca
E reviver o passado com ternura
Lembrar a juventude com pujanca
E ver-se livre da amargura
A crianca em nos nao termina
E ainda bem que isso acontece
Da a gente muita estamina
Coisa qua a gente muito padece
Carlos Batista
Maio 2009
Ha uma crianca que mora
No corpo de cada um
A crianca do outrora
Aquela do pim, pam, pum
A crianca que fomos outrora
E a que nos faz agora lembrar
Que o mundo so melhora
Quando todos nos a acordar
Sentir-se hoje ainda crianca
E reviver o passado com ternura
Lembrar a juventude com pujanca
E ver-se livre da amargura
A crianca em nos nao termina
E ainda bem que isso acontece
Da a gente muita estamina
Coisa qua a gente muito padece
Carlos Batista
Maio 2009
"Adolescente, Nao " de Carlos Baptista
Adolescente, Nao
Adolescente mente
Nao sente
Nao lava dente
Nao quer ser crente
Nao planta semente
Quer colher, somente
Nao respeita a gente
Crianca
Inspira confianca
Nao pensa vinganca
Muito menos matanca
Nao pega em lanca
So tem esperanca
Confianca
E amigo da vizinhanca
Carlos Batista
Adolescente mente
Nao sente
Nao lava dente
Nao quer ser crente
Nao planta semente
Quer colher, somente
Nao respeita a gente
Crianca
Inspira confianca
Nao pensa vinganca
Muito menos matanca
Nao pega em lanca
So tem esperanca
Confianca
E amigo da vizinhanca
Carlos Batista
"Crianca sofre" de Carlos Baptista
Quiz um dia ser flor
Mas tive a pouca sorte
De as abelhas sem pudor
Ao nectar dar o corte
Decidi tornar-me espiao
E virei mosca alcoviteira
O Obama com a mao
Acabou-me com a peneira
So me resta agora esperar
Que melhores dias aparecam
Para eu poder voltar a sonhar
Sem que males me padecam
Sonhar ainda nao paga imposto
Temos todos que aproveitar
Um sonho bem ao nosso gosto
Talvez ser ave, e voar, voar
Carlos Batista
19/06/09
Mas tive a pouca sorte
De as abelhas sem pudor
Ao nectar dar o corte
Decidi tornar-me espiao
E virei mosca alcoviteira
O Obama com a mao
Acabou-me com a peneira
So me resta agora esperar
Que melhores dias aparecam
Para eu poder voltar a sonhar
Sem que males me padecam
Sonhar ainda nao paga imposto
Temos todos que aproveitar
Um sonho bem ao nosso gosto
Talvez ser ave, e voar, voar
Carlos Batista
19/06/09
"Quando todos nos a acordar" de Carlos Baptista
Sentir-se hoje ainda crianca
E reviver o passado com ternura
Lembrar a juventude com pujanca
E ver-se livre da amargura
A crianca em nos nao termina
E ainda bem que isso acontece
Da a gente muita estamina
Coisa qua a gente muito padece
Carlos Batista
Maio 2009
E reviver o passado com ternura
Lembrar a juventude com pujanca
E ver-se livre da amargura
A crianca em nos nao termina
E ainda bem que isso acontece
Da a gente muita estamina
Coisa qua a gente muito padece
Carlos Batista
Maio 2009
Saturday, May 30, 2009
PARA TI MULHER CORAJOSA!(Aung San Suu Kyi) de Zé da Lábia
PARA TI MULHER, CORAJOSA
QUE LUTAS PELA LIBERDADE
MERECES TODO O MEU CARINHO
DEIXEM FALAR A VOZ DA VERDADE
HÁS-DE VENCER UM DIA
ASSIM COMO VENCERAM OS TIMORENSES
POIS A LIBERDADE É MAIS FORTE
DO QUE A DITADURA DOS CASTRENSES
E TU QUE ÉS MULHER
E QUE LUTAS NUM NINHO DE SERPENTES
MERECES AINDA MAIS SOLIDARIEADADE
NA LUTA HEROICA DAS TUAS GENTES
ESPERO QUE OS HOMENS BONS DO MUNDO
ACORDEM DESTE TERRIVEL PESADELO
E AJUDEM O POVO BIRMANES
QUE TEM EM TI O SEU MELHOR MODELO
ZÉ DA LABIA
Wednesday, April 29, 2009
"Timor, sempre valeu a pena!" de Ze da Labia
Em memoria de todos quantos tombaram pela Patria, Nossa Amada)
Timor, sempre valeu a pena!
Sou pobre
Sou pequeno
Mas sou fruto
Da luta de um heroico Povo
Muitas vezes abandonado
Mal compreendido
E ate amaldicoado
Sou lenta no crescimento
Mas sou gigante em Historia
Fui esfarrapada
Mas nao me conseguiram por a nu
Tenho filho varoes
Que tardam em abracar
A realidade nua e crua
Mas la chegarei um dia
Porque o sol ainda brilha
Ao nascer da alvorada
E tambem nos acena com um sorriso
Ao cair do entardecer
Como quem quer dizer
Que sempre valeu a pena!
Um Abraco
Ze da Labia
17/04/09
Timor, sempre valeu a pena!
Sou pobre
Sou pequeno
Mas sou fruto
Da luta de um heroico Povo
Muitas vezes abandonado
Mal compreendido
E ate amaldicoado
Sou lenta no crescimento
Mas sou gigante em Historia
Fui esfarrapada
Mas nao me conseguiram por a nu
Tenho filho varoes
Que tardam em abracar
A realidade nua e crua
Mas la chegarei um dia
Porque o sol ainda brilha
Ao nascer da alvorada
E tambem nos acena com um sorriso
Ao cair do entardecer
Como quem quer dizer
Que sempre valeu a pena!
Um Abraco
Ze da Labia
17/04/09
Saturday, April 25, 2009
"De paz"
De paz:
VAMOS TODOS CANTAR A PAZ
POIS UNIDOS O CANTO REINFORCA
ESTA NECESSIDADE DO MOMENTO
DE QUE A UNIAO FAZ A FORCA
CANTEMOS EM VOZ BEM ALTA
PARA QUE NOS OUCAM NO PARAISO
CANTEMOS DE CORPO ERGUIDO
CABECA LEVANTADA E GRANDE SORRISO
CANTEMOS A PAZ HOJE E AMANHA
PARA SEMANA, PR'O MES E, SEMPRE
CANTEMOS COM VOZ GROSSA OU FINA
CANTEMOS O QUE A NOSSA ALMA SENTE
E QUANDO ESTIVERMOS CANSADOS
CANTEMOS AINDA MAIS ALTO
PARA QUE NINGUEM TENHA DUVIDAS
NA PLANICE OU NO PLANALTO
QUANDO FICARMOS ROUCOS
PEDIMOS EMPRESTADO NOVA VOZ
PARA MOSTRARMOS A TODO O MUNDO
QUE EM TIMOR NAO ESTAMOS SOS
VAMOS TODOS CANTAR A PAZ
COM TODA AQUELA GARRA E APRUMO
PARA QUE O NOSSO QUERIDO PAIS
INICIE HOJE UM NOVO RUMO
VAMOS TODOS CANTAR A PAZ
POIS UNIDOS O CANTO REINFORCA
ESTA NECESSIDADE DO MOMENTO
DE QUE A UNIAO FAZ A FORCA
CANTEMOS EM VOZ BEM ALTA
PARA QUE NOS OUCAM NO PARAISO
CANTEMOS DE CORPO ERGUIDO
CABECA LEVANTADA E GRANDE SORRISO
CANTEMOS A PAZ HOJE E AMANHA
PARA SEMANA, PR'O MES E, SEMPRE
CANTEMOS COM VOZ GROSSA OU FINA
CANTEMOS O QUE A NOSSA ALMA SENTE
E QUANDO ESTIVERMOS CANSADOS
CANTEMOS AINDA MAIS ALTO
PARA QUE NINGUEM TENHA DUVIDAS
NA PLANICE OU NO PLANALTO
QUANDO FICARMOS ROUCOS
PEDIMOS EMPRESTADO NOVA VOZ
PARA MOSTRARMOS A TODO O MUNDO
QUE EM TIMOR NAO ESTAMOS SOS
VAMOS TODOS CANTAR A PAZ
COM TODA AQUELA GARRA E APRUMO
PARA QUE O NOSSO QUERIDO PAIS
INICIE HOJE UM NOVO RUMO
"Um poema de amor" de José da Lábia
De amor:
ESTAVA UM LINDO CASALINHO
A FAZER O QUE NAMORADOS FAZEM
DIZ ELA COM MUITO MIMINHO
DIZ-ME LA COISINHAS DOCES
ELE SEM PAPAS NA LINGUA
POFESSOR DOUTOR NA MATERIA
VIRA-SE, E DIZ PARA ELA:
ACUCAR, MARMELADA E MEL PULQUERIA
Ze da Labia
ESTAVA UM LINDO CASALINHO
A FAZER O QUE NAMORADOS FAZEM
DIZ ELA COM MUITO MIMINHO
DIZ-ME LA COISINHAS DOCES
ELE SEM PAPAS NA LINGUA
POFESSOR DOUTOR NA MATERIA
VIRA-SE, E DIZ PARA ELA:
ACUCAR, MARMELADA E MEL PULQUERIA
Ze da Labia
"De progresso" de José da Lábia
De progresso:
Vem ai a maratona de gala
No dia 20 de Maio
Ja todo o mundo fala
Menos o meu bicho papagaio
Papagaio passaro inteligente
E muito melhor como orador
Quando chegar o dito dia
Vai ver que vira monsenhor
Um ganda predio de 8 pisos
Vai ser construido em Timor
Nao quero muitos risos
Senao a trampa sai do contentor
Ze da Labia
Vem ai a maratona de gala
No dia 20 de Maio
Ja todo o mundo fala
Menos o meu bicho papagaio
Papagaio passaro inteligente
E muito melhor como orador
Quando chegar o dito dia
Vai ver que vira monsenhor
Um ganda predio de 8 pisos
Vai ser construido em Timor
Nao quero muitos risos
Senao a trampa sai do contentor
Ze da Labia
"Guerrilheiro" de Alex Tilman
Traducao para portugues de autoria de Ze da Labia.
Guerrilheiro
uma ...
duas ...
balas que lhe penetram no peito
ele cai ...
levanta-se, alcanca a sua arma
faz fogo ...
pa pa pa pa ...
três ...
quatro ...
mais duas balas alojam-se no seu corpo
ele cai ...
Tradução para Inglês de anónimo
Fighter
one...
two...
bullets pierce his chest
he fell...
he gets up, reach his gun
he fires...
pa pa pa pa...
three...
four...
two more bullets stick to his body
he falls...
the red curtain falls from the heavens,
closing his eyes...
Silence...
peace, tranquility, in the forest
between Matebian and Ramelau
his body hits the ground
it lays there, in his country
he shouts "Victory!"
the war is over...
A cortina vermelha cai do céu,
fechando os seus olhos ...
Guerrilheiro
uma ...
duas ...
balas que lhe penetram no peito
ele cai ...
levanta-se, alcanca a sua arma
faz fogo ...
pa pa pa pa ...
três ...
quatro ...
mais duas balas alojam-se no seu corpo
ele cai ...
Tradução para Inglês de anónimo
Fighter
one...
two...
bullets pierce his chest
he fell...
he gets up, reach his gun
he fires...
pa pa pa pa...
three...
four...
two more bullets stick to his body
he falls...
the red curtain falls from the heavens,
closing his eyes...
Silence...
peace, tranquility, in the forest
between Matebian and Ramelau
his body hits the ground
it lays there, in his country
he shouts "Victory!"
the war is over...
A cortina vermelha cai do céu,
fechando os seus olhos ...
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